terça-feira, 22 de novembro de 2011

Poinsétia



Nome comum: Bico de Papagaio, Folha de Sangue, Flor do Natal
Nome Cientifico: Euphorbiaceae
Família: Euphorbiceae
Origem: sul do México
Características: Arbusto semi-lenhoso, leitoso de 2 – 3 m de altura, folhas menbranáceas, algumas vezes variegadas decíduas em invernos mais acentuados
No inverno formam-se brácteas que lembram folhas ricamente coloridas de vermelho, branco, rosa ou amarela
Clima ideal: tropical
Época de Floração: Inverno para primavera
Curiosidade: pelo que se sabe, os antigos astecas não utilizavam apenas como planta decorativa. De suas brácteas, eles extraiam uma tinta de tonalidade intensa. Utilizada como cosmético e para tingir tecidos. O leite que sai da planta é tóxico e é preciso cuidado ao manuseá-la. No hemisfério norte ela floresce naturalmente no final do ano e assim ela foi eleita como a flor simbolo das festas natalinas. E para quem acha que o nome cientifico "pulcherrima" é horroroso, aí vai o seu significado: "a mais bela".
Solo Ideal e Adubação:
Comumente a poinsetia é encontrada comercializada em vasos, após as  flores cairem as bracteas começam a ficar verdes novamente e caso se queira aproveitar a planta deve-se cultivá-la a pleno sol em solo fértil, Use uma mistura de composto orgânico, adubo animal curtido, na proporção de 4:1 e NPK fórmula 10-10-10, 2 colheres de medida para 1 balde de mistura.
Revolva bem num balde e coloque ao redor da planta.
O restante espalhe no solo do canteiro para as outras plantas. Regue bem a seguir.
Multiplicação: Por processo de estaquia, preparadas no final do inverno
Usos e Utilidades: a principal utilização desta planta é como decoração natalina mas devido a sua intensa coloração principalmente as vermelhas são muito apreciadas para decoração de ambientes em outras épocas do ano.

Referencias da pesquisa
Livro: Plantas Ornamentais no Brasil  ( Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza )

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Alamanda

Alamanda








Nome Cientifico: Allamanda laevis (Alamanda arbustiva) , Allamanda cathartica (Alamanda comum amarela) ,  Allamanda blanchetti (Alamanda roxa  )

Família: apocynaceae

Origem: Alamanda arbustiva: nordeste do Brasil. Alamanda comum amarela Norte, Nordeste e Leste do Brasil. Alamanda roxa : Norte do Brasil

Clima ideal: tropical

Características:  Alamanda arbustiva  Arbusto leitoso, semi lenhoso, ereto, florífero, aspecto suculento, muito ramificado, de 2-3 m de altura. Folhas simples Glabras, de forma ovalada – alongadas, verde-brilhantes, cerosas e semi-carnosas

Alamanda Comum amarela e Alamanda Roxa
  A alamanda apresenta vistosas, praticamente o ano inteiro. A folhagem também é bastante ornamental, composta de folhas verdes e brilhantes, a diferença como o nome mesmo diz está na cor, a Allamanda Cartharticae  as flores são amarelas já a Allamanda blanchetti as flores são arroxeadas



Época de floração: primavera-verão

Curiosidade: Alamanda arbustiva:  Foi introduzido nos jardins pelo paisagista Berle Marx, que trouxe do sertão da Bahia

Alamanda Comum Amarela e Alamanda Roxa
Como a alamanda tem princípios tóxicos e venenosos descobriu-se que é muito eficiente no combate a pragas de jardim,como cochonilhas e pulgões.


Solo ideal e adubação:

Alamanda Arbustiva: Se o solo for compactado, como nos solos com grande teor de argila, acrescentar também areia e elementos grosseiros semi-decompostos, como cascas de árvores. 
Colocar o torrão, preencher com o restante da mistura e regar bem.

Alamanda Comum Amarela e Alamanda Roxa
Na cova de plantio colocar húmus de minhoca, adubo orgânico composto de adubo animal e folhas decompostas e adubo granulado NPK formulação 10-10-10, para um crescimento inicial vigoroso.

Usos e utilizações: Alamanda Arbustiva: Pode ser usada para projetos de jardins de baixa manutenção inclusive de baixo consumo hídrico, pois esta planta aprecia solos drenados e secos

Alamanda Comum Amarela e Alamanda Roxa
em pérgolas e caramanchões, bem como muros e cercas, mas elas devem ser tutoradas no início.

Multiplicação: Alamanda Arbustiva estaca posta a enraizar no verão, reproduz-se também por sementes , que são produzidas em abundancia nas regiões originais

Alamanda Comum Amarela e Alamanda Roxa
: As alamandas podem ser facilmente multiplicadas por meio de estacas retiradas dos ramos, ou por meio de sementes.


Referências de pesquisa
Livro: Plantas Ornamentais no Brasil ( Hanrri Lorenzi – Hermes Moreira de Souza)
Site:

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Buquê de Noiva

Buque de noiva ou Grinalda de noiva





Nome científico: Spiraea cantoniensis

Família: rosaceae

Origem: China e Japão

 Características: É um arbusto de textura semi-herbácea, ereto, de ramagem arqueada, com 1,20 – 1,50 m de altura, seus ramos são longos, ramificados e curvados e apresentam folhas de coloração verde-escura, pequenas, lanceoladas, duplamente serrilhadas. As flores são rosas em miniaturas, e podem ser simples ou dobradas, sempre brancas, reunidas em pequenos buques

Clima Ideal: aprecia climas mais amenos, nas quais o florescimento é mais intenso

Solo Ideal e Adubação: Solo rico em matéria orgânica, preparar o solo do canteiro revolvendo em profundidade de 30 cm, adicionando adubo animal de gado bem curtido, cerca de 2 kg/m2 e composto orgânico, a conhecida terra preta. Misturar e nivelar o canteiro. 

Floração: Ocorre na primavera e inicio do verão

Curiosidade: Ganha destaque especial quando plantado isolado ou em pequenos grupos, inserido em um cenário romântico.

Uso: adequado para a formação de cercas-vivas e renques em grupos

Devido aos ramos longos, pode ser conduzido como trepadeira sobre treliças e outros suportes pequenos, desde que adequadamente tutorado e amarrado

Cultivado: terra fértil, permeável, a sol pleno, irrigada periodicamente.
 
Propagação: facilmente por estacas, preparadas no final do inverno, principalmente se deixar enraizar em local protegido  e por sementes

Poda: Devem ser podados para uma dar uma forma mais compacta e arredondada, pois assim vai estimular a ramificação e a renovação da ramagem, mas só devem ser feitas após a floração. 


Referencia
Sites:

Livro:
Plantas Ornamentais no Brasil ( Harri Lorenzi / Hermes Moreira de Souza )

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Gardênia

 Nome comum: Jasmim do Cabo
Nome cientifico: Gardênia Jasminoides
Origem: Ásia, China
Características:  Arbusto Semi- Lenhoso, ereto, ramificado, florífero, de 1,5 a 2,0 m de altura, com folhas brilhantes, verde escura e cariáceas
Flores Brancas, cerosas, pequenas, muito perfumadas, com a idade adquirem tons amarelados. Elas podem ser simples e produzir frutos, ou dobradas e estéreis
Floração: Primavera/ verão
Clima ideal: Ameno
Solo Ideal: Rico em matéria orgânica ( Mistura recomendada: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto Orgânico)
Adubação: Húmus de Minhoca pode-se aplicar também a adubação química NPK ( 4-14-8)  de 3 em 3 meses
Uso: Ideal para ser usada com maciço ou formando cerca-viva, mas dá ótimos resultados também como exemplar isolado
Multiplicação: facilmente por estacas, preparadas após a floração
Curiosidade: O responsável pelo nome “gardênia” foi o botânico americano Alexandre Garden. 

Referencia
Livro: Plantas ornamentais no Brasil ( Henrri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza ) 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Flor de São Miguel

Nome comum: Flor de São Miguel, Viuvinha, touca de viúva, capela de viúva, petréia
Nome científico : Pétrea Subserrata
Família: Verbenaceae
Origem: Brasil

 Uso: Trepadeira Nativa do Brasil é muito florífera excelente para recobrir pérgolas (é uma espécie de galeria, para passear, construída em forma de ramada. Passeio ou abrigo, em jardins, feito de duas séries de colunas paralelas e que serve de suporte a trepadeiras) e póticos (é o local coberto à entrada de um edifício, de um templo ou de um palácio. ), caramanchões. As folhas são coriáceas e de margens irregulares  e caem no inverno, As flores que se formam em inflorescências grandes como cachos, são azul-arroxeadas, pequenas e delicadas, de formato estrelado,

 Floração: se dá no  final do inverno e inicio da primavera, Ocorre também uma variedade de flores brancas.

Cultivo: pleno sol  e em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, com regras regulares, necessita de tutoramento para sua formação, tolerante ao clima frio, principalmente em região de altitude

Clima ideal: tropical e subtropical

Características: Trepadeira Perene, semi-lenhosa de 3 a 5 metros de altura, com ramos reclinados, muita florífera

Curiosidade: há variedade “Alba”, de flores brancas, é muito confundida com a.p volubilis

Propagação: facilmente por sementes, e dificilmente por estacas

Referencia: site: www.jardineiro.net
Livro  Plantas Ornamentais no Brasil ( Harri Lorenzi / Hermes Moreira de Souza 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Manacá de Cheiro


Também conhecido como: Gereatacaca, caágmba, mercúrui, Romeu e Julieta, gerataca, mercuri
Nome científico: Brunfelsia Uniflora
Família: Solanaceae
Origem: Brasil (De Pernambuco até o Rio Grande do Sul.)

Características: é muito perfumado, além disso, suas flores mudam de cor, assim como o manacá da serra
Inicialmente elas são axul-arroxeadas e com o passar do tempo vão embranquecendo, com isto, durante a floração, ele apresenta um colorido muito especial
O manacá de cheiro é muito parecido com o jasmim do Paraguai.
É um arbusto de textura lenhosa, muito ramificado, florífero, de 2 a 3 m de altura de ramos densos, nodosos.
É considerado um arbusto, mas com facilidade torna-se uma arvoreta (árvore pequena) suas folhas são ovais e lisas.

Floração: Primavera e verão ( entre setembro e janeiro )

Usos: Muito ornamental, indicado para o paisagismo de praças e jardins. O perfume das flores pode ser extraído para perfumaria. Na medicina tradicional indígena, o decoto das folhas é usado externamente contra artrite e reumatismo. É considerada com propriedades anestésicas, diaforética, diurética, abortiva, hipertensiva, hipotérmica, laxativa e narcótica. Suas raízes tem demonstrado atividade anti-inflamatória.

Curiosidade: Durante todo o ano é possível ver na sua proximidade a borboleta-do-manacá, que deposita os ovos apenas nas folhas dessa planta, que é o único alimento de suas larvas.

Clima ideal : Cultivar em pleno sol, em solo fértil, enriquecido com material orgânico, rega regular tolera sombra parcial e podas de formação, aprecia regiões de clima ameno

Propagação e multiplicação: Propaga-se por sementes, estacas ou pelas inúmeras mudas que surgem das raízes e que tornam a planta entouceirada 

Referencia :
Livro: Plantas Ornamentais no Brasil ( Harri Lorenzi / Hermes Moreira de Souza )

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Guanandi

Também conhecida como Jacareúba, Santa Maria, Cedro-do-Pântano e Cedro-Mangue, entre outros
Nome científico: Calophyllum brasiliensis Cambess, que quer dizer Folha Bonita do Brasil

Altura- 20 à 30 m, tronco de 40 - 60cm , corpo arredondado
Folhas apostas e simétricas, de duas em duas quando muito jovens e de quatro em quatro nas adultas
Folhas Glabras, coriáceas, de 10 - 13 cm de comprimento por 5-6 de largura           
Flores Brancas em Florescência em cacho
Floresce durante os meses de setembro-novembro, A maturação dos frutos ocorre durante os meses de abril – junho


 Guanandi é uma árvore nativa do Brasil com maior vantagem ao meio ambiente e a  biodiversidade, ocorre em todos os estados brasileiros sendo versátil a todos os tipos de solos e climas.
Adapta-se em terrenos onde outra espécie teria dificuldade, mesmo sendo elas terras pobres, pedregosas, rasas ou sujeitas a inundações  
Tem uma enorme capacidade germinativa e é a única árvore de madeira de qualidade do mundo capaz de crescer em baixo d’água e também das poucas que conseguem conviver com cactos em clima desértico.
Um fruto de guanandi pode atravessar a costa brasileira, e sua semente é capaz de germinar em solo africano depois disso.
Madeira de  Lei para movelaria fina, uso naval porque é imputrescível ( que não apodrece)  em contato com a água, reconhecido desde os tempos do império , tendo merecido o primeiro decreto império brasileiro em 1835, declarando o guanandi a primeira madeira de lei do país, Já em 1810 um decreto determinava a exclusividade do corte para a coroa, foi muito utilizada na construção de navios das frotas portuguesas e inglesa

Plantio: Manter as mudas em ambientes semi-sombreado até próximo de serem levadas ao plantio no campo, faça uma cova de 40 cm x 40 cm x 40 cm, o espaçamento ideal fica em torno de 3 X 2 metros, o que possibilita de 1.000 a 1.500 mudas por hectare. 
 um tanto de esterco de curral e 200 g de adubo básico (NPK).- Nitrogênio (N), Potássio (K) e Fósforo (P) - e a adubação de cobertura, com Nitrogênio (N).
Necessita também de podas, pois sua desrama é fraca


Referência
Livro: Árvores Brasileiras Vol.1 Harri Lorenzi
www.reflorestar.com.br